Revisão Cartilha 2026

Apresentação do projeto

O que já foi feito, o que ainda falta e como o processo de revisão funciona, do início ao fim.

Elementos na dimensão
15
Elementos produzidos
5
Itens verificáveis disponíveis
111

Contexto

O que é este projeto

A Rede de Acessibilidade reúne organizações públicas federais em torno da acessibilidade de suas edificações e serviços. Em 2019, a Rede publicou a Cartilha "Como Construir um Ambiente Acessível nas Organizações Públicas". Em 2026, a Rede revisa essa cartilha, dimensão por dimensão, começando pela dimensão Arquitetônica e Urbanística.

A cartilha de 2019 e o instrumento de autoavaliação que a acompanha têm 148 itens de verificação só nessa dimensão. É rigoroso, mas difícil de aplicar no dia a dia de quem gerencia um prédio público. O objetivo é reduzir cada elemento arquitetônico a um checklist prático, com linguagem simples, sem perder a base normativa.

Situação atual

O que já foi feito

Cinco elementos foram produzidos:

Estrutura, degraus, corrimãos

Escadas

Sinalização e segurança na circulação vertical.

26 itensT2.7

Inclinação, largura, patamares

Rampas

Corrimãos, proteções e piso tátil.

29 itensT2.2

Vão livre, soleiras, maçanetas

Portas

Vidros, acionamentos e sinalização.

27 itensT2.3

Aberturas, comandos e alcance

Janelas

Operação, alcance visual e uso autônomo.

6 itensT1.1

Cabine, painéis, comandos

Elevadores

Sinalização e segurança de uso.

23 itensT2.2

5 de 15 elementos da dimensão já foram produzidos. Ainda faltam 10 elementos.

Cada elemento organiza seus itens em três fases, por ordem de importância para o uso seguro:

Mobilidade, peso 3

Sem isto o elemento não é utilizável com segurança física.

Segurança, peso 2

Previne risco de queda ou acidente.

Autonomia e conforto, peso 1

Orienta, informa e qualifica o uso.

Além dos cinco elementos, foi produzida uma proposta de formato e reunido um acervo de fontes normativas e legislação. O instrumento digital de trabalho está disponível neste site. Os dados preenchidos ficam no navegador de quem usa, sem envio a servidor.

O ponto mais importante

O que ainda falta

Os cinco elementos produzidos estão implementados, mas ainda não validados como versão final. Produzir um elemento não é o mesmo que validar seu conteúdo técnico.

Os cinco elementos produzidos, a proposta de formato e o acervo de fontes precisam de validação de forma e de conteúdo pelo Grupo de Trabalho de Acessibilidade Arquitetônica (GT-A), já constituído. Só depois dessa validação a produção dos 10 elementos restantes pode começar em escala.

Essa ordem importa porque o risco de um checklist errado já se materializou neste projeto. As primeiras versões de Rampas, Portas e Elevadores citavam itens errados da norma técnica e traziam medidas sem base normativa, como um lance máximo de rampa de 30 metros. Os três elementos tiveram que ser reescritos.

Também falta decidir quais requisitos são indispensáveis, quais são desejáveis, e quais ficam fora, além de definir o que significa um elemento "pronto" e o que significa a dimensão inteira "pronta".

Sprint 2 · Governança

Como as decisões são registradas

O projeto separa quatro situações para que uma proposta não seja confundida com uma entrega aprovada: registro, implementação, validação e publicação. A página de requisitos mostra a situação de cada requisito; esta seção explica o fluxo e as decisões de arquitetura que ainda dependem de manifestação responsável.

Registro

Sugestão ou requisito documentado, com fonte, versão e contexto.

Implementação

Alteração feita e conferida no protótipo local ou no processo de trabalho.

Validação

Análise formal do GT-A, de especialistas ou de pessoas usuárias, conforme o caso.

Publicação

Versão disponibilizada no site; a validação técnica e a aprovação do conteúdo são informadas separadamente.

Estado da Sprint 2: o site permanece como formato principal. PDF, impressão, planilha, áudio, Libras, vídeo e QR Code estão em estudo. Os diagnósticos continuam no navegador e podem ser exportados localmente; armazenamento centralizado, contas e sincronização ainda não foram aprovados nem implementados.

As recomendações são propostas de trabalho e permanecem pendentes de decisão da coordenação e de validação do GT-A quando aplicável.

Consultar a situação dos requisitos

Decisão central

A janela de validação

O cronograma organiza tudo em torno de um único momento de decisão. É um momento único e indispensável. Sem ele, o projeto escalaria para publicação sem a devida validação de formato, de conteúdo ou de referência normativa. Antes dessa janela, existe conteúdo em revisão. Depois dela, e só depois dela, existe produção em escala.

A janela reúne quatro insumos: o conceito de pronto definido pelo GT, o acervo de fontes já validado, o formato já validado, e dois relatórios sobre os elementos produzidos, um de curadoria técnica externa e outro de teste com usuários, incluindo pessoas com deficiência e pessoas cegas usuárias de leitor de tela.

Com esses insumos, o GT tem três saídas possíveis:

Liberar

A produção em escala dos 10 elementos restantes começa.

Liberar com ajustes

A escala começa, com correções no modelo registradas em ata.

Não liberar

Repetir parte do processo antes de escalar.

Cronograma vigente

As doze fases do cronograma

O cronograma completo está em Cronograma_Dimensao_Arquitetonica_T1.5.md. Ele tem três momentos:

1 a 6

Preparar e validar os elementos

7

Janela de validação

8 a 12

Escalar e publicar

Em detalhe, as doze fases:

  1. Formação do Grupo de Trabalho. Concluída. O GT-A foi constituído e realizou duas reuniões.
  2. Validação do acervo de normas e leis. O acervo está reunido, a validação pelo GT está pendente.
  3. Requisitos e conceito de pronto. O GT revalida a priorização de 2025 e reabre a coleta de requisitos, além de definir o conceito de pronto.
  4. Validação do formato. A proposta está pronta, a validação pelo GT está pendente.
  5. Elementos para validação. Os cinco elementos já descritos, produzidos, não validados.
  6. Validação dos elementos. Curadoria técnica externa e teste com usuários, em paralelo, sobre os elementos produzidos.
  7. Janela de validação. A decisão do GT descrita na seção anterior.
  8. Produção em escala. Os 10 elementos restantes, só depois da Fase 7.
  9. Minuta consolidada da dimensão. Os 15 elementos reunidos num só documento de validação.
  10. Revisão e ajustes pelo GT. Sobre a minuta consolidada.
  11. Aprovação formal pela Rede.
  12. Publicação. Nos formatos aprovados pela Rede, a partir da fonte em Markdown e das versões preparadas para cada público.

Meta de publicação da dimensão Arquitetônica completa, com os dez elementos: dezembro de 2026.

Método

Como o processo de revisão funciona

1

Trabalho

Arquivo editável, em elaboração ou revisão interna. É onde todo elemento nasce.

2

Entrega para validação

Versão preparada e entregue ao Grupo de Trabalho para análise. Ainda não é uma validação.

3

Validação

Registro do resultado da análise do Grupo de Trabalho, com a decisão e os ajustes aplicáveis.

4

Publicação

Arquivo publicado oficialmente pela Rede, depois de aprovado.

As quatro sequências de numeração são independentes. Um elemento pode estar na sua quarta versão de Trabalho sem ainda ter uma Entrega para validação ou uma versão de Validação. A Entrega para validação é sempre anterior à decisão de validação. A última palavra sobre avançar para produção em escala é da janela de validação, na Fase 7.

Localização e formato

Onde estão os arquivos

  • COMECE_AQUI.md, na raiz, é a porta de entrada única do projeto.
  • 01_Metodologia Revisão\ reúne os documentos de apoio e o cronograma vigente.
  • 02_Elementos Arquitetônica\ reúne os cinco elementos produzidos em suas pastas de trabalho.
  • 00_Reuniões\ e 00_Notas e Reflexões\ guardam registros de reuniões e contribuições ainda não incorporadas.
  • 99_Obsoletos\ guarda documentos substituídos, sem exclusão.
  • Site_Revisao_Cartilha_2026\ guarda o protótipo do instrumento digital.

O nome de cada arquivo de elemento carrega a classe e a versão, no formato [Elemento]_[classe][versão].md:

ClasseSiglaExemplo de nome
Trabalho_TEscadas_T2.7.md
Entrega para validação_EEscadas_E1.1.md
Validação_VEscadas_V1.0.md
Publicação_PEscadas_P1.0.md

A Entrega para validação é a versão disponibilizada para análise. Ela não significa que o conteúdo foi validado. As versões antigas não são apagadas quando surge uma nova. Ficam como histórico, e o Leia-me.md de cada pasta indica qual é a versão vigente. Documentos de metodologia substituídos seguem a mesma regra, movidos para 99_Obsoletos\ com uma nota explicando o motivo.

Formato de origem

O uso do Markdown

Todo conteúdo deste projeto nasce em Markdown, um formato de texto simples que qualquer editor abre. É a fonte única de cada elemento e de cada documento de metodologia. A partir dela, outros formatos podem ser preparados sem reescrever o conteúdo, depois de definidos o público, a acessibilidade e a manutenção de cada versão:

Markdown

A fonte única, onde todo conteúdo nasce e é revisado.

PDF diagramado

Formato em estudo para impressão e leitura formal, condicionado à decisão e à revisão de acessibilidade.

Instrumento digital

Hoje transposto manualmente, com os mesmos itens, pesos e fórmulas.

Os formatos adotados precisarão dizer a mesma coisa. Quando a fonte mudar, as versões aprovadas deverão ser atualizadas e conferidas. Esta página é a apresentação pública vigente do projeto. A apresentação Markdown anterior está preservada em 99_Obsoletos\.

Grupo de Trabalho

Grupo de Trabalho de Arquitetura

O GT de Acessibilidade Arquitetônica já foi constituído. Participam Fabiana Goulart, do CJF, na coordenação, Dulcenira, da Câmara dos Deputados, Patrícia Idehara e Hayda Miranda, do TJTO, Cláudia Burlamaqui, do TJPA, com participação parcial, e Jônatas Bueno, do STM, no apoio metodológico.

Foram realizadas duas reuniões, em 2 e 9 de setembro de 2026. O grupo apresentou e examinou o protótipo e a metodologia, levantou requisitos para linguagem simples, validação com pessoas com deficiência e acessibilidade digital, e discutiu referências normativas, respostas do diagnóstico, classificação do esforço de correção, boas práticas, imagens didáticas, glossário, navegação, busca e divulgação do andamento dos requisitos. A priorização preliminar está organizada no plano de sprints; a confirmação pelo GT-A e a validação formal permanecem pendentes.